Mercado imobiliário e coronavírus: o que mudou?

24 jun 2020

4 min. de leitura

Com o cenário de pandemia no mundo todo, o coronavírus afetou economicamente diferentes áreas. No mercado imobiliário não foi diferente, o setor foi obrigado a implementar algumas mudanças. Quer saber quais são elas? Continue a leitura do texto!

A negociação do aluguel como a melhor opção em tempos de coronavírus

Como a entrada de novos clientes será mais difícil, o ideal é manter os atuais. Para isso, é importante realizar a negociação do aluguel, mas com cuidados e segurança jurídica. O desemprego afetou 12,9 milhões de pessoas apenas no primeiro trimestre de 2020, o que pode gerar dificuldades para o pagamento dos aluguéis e no mercado imobiliário no geral.
Para ajudar na superação da crise devido ao isolamento social e a forte retração econômica, recomendamos uma negociação transparente com o objetivo de preservar o relacionamento de longo prazo entre locador e locatário. 
Cuidados na hora do acordo com o inquilino:

  • o inquilino precisa comprovar a perda de renda e o desemprego;
  • incluir a recuperação futura do desconto concedido durante a pandemia;
  • fazer um termo aditivo contratual com todos os pontos negociados;
  • descriminar o abono de forma correta no boleto dos meses.

Uma administradora de imóveis especializada pode auxiliar você corretamente agora.

As adaptações na busca por imóveis durante a pandemia 

Com o isolamento social por conta do coronavírus sendo implementado no Brasil, as visitas aos imóveis foram restringidas e serão liberadas gradualmente e seguindo rigorosos procedimentos de higiene e medidas protetivas. Para quem está buscando um novo lar, a opção mais adotada para a visualização das residências disponíveis é a virtual. Oferecer imagens e vídeos de alta qualidade para os interessados fará com que eles possam conhecer o imóvel sem precisar de visitas físicas.
Além disso, há aplicativos que filtram os imóveis para o consumidor. Basta inserir o local desejado, preço máximo de aluguel e tipo de imóvel para encontrar opções diferentes para comprar ou alugar. Com essas medidas, as visitas físicas podem ser adiadas evitando o contágio do vírus.

O impacto econômico no mercado imobiliário

Com a restrição econômica, há mudança nos valores das residências e isso pode ser favorável para o inquilino e para o proprietário. Geralmente, há uma baixa dos valores para que as ofertas sejam mais atrativas e o setor não seja tão afetado.
Além disso, a procura por imóveis maiores cresceu e o home office é uma das razões para essa busca. Trabalhar em casa exige um espaço separado para maior produtividade e concentração, o que as pessoas estão buscando.
Apesar da situação, há a oportunidade de realizar negociações, por isso, vale a pena pesquisar online e entrar em contato com imobiliárias para conhecer as ofertas. É possível encontrar o lar ideal mesmo durante a pandemia.

O investimento em um imóvel com mais benefícios

Com os impactos da pandemia, houve o favorecimento na taxa de juros para financiamentos, a carência do prazo de pagamento da entrada entre outras situações que acabam melhorando o cenário para investir em um imóvel. 
Há também descontos oferecidos por construtoras e imobiliárias, tornando o momento  melhor ainda para pesquisar e dialogar com as empresas para conferir as negociações disponíveis.
Pesquisas mostram que, nos últimos dez anos a soma da valorização média do imóvel + a renda anual do aluguel = atingiu o percentual médio de 15%/ano. O que significa que investir em um imóvel é uma boa opção e para isso, uma administradora de imóveis especializada pode te auxiliar corretamente a realizar este investimento.
Até o momento, essas foram as principais mudanças no setor imobiliário, mas com o cenário atual mais alterações podem acontecer. Mantenha-se atualizado e confira como diminuir o contágio do vírus dentro do condomínio.

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